

Hoje, dia 1º de dezembro de 2009, é o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS e o Preconceito.
Fiquei pensando sobre o que há ainda para escrever sobre a AIDS, ou melhor ainda, contra ela. Alguém aí realmente ainda não sabe como se contrai o HIV? Alguém? Precisa reforçar?
Como o vírus da AIDS está presente no sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno, a doença pode ser transmitida de várias formas:
- Sexo sem camisinha. Por ser vaginal, anal ou oral;
- De mãe infectada para filho durante a gestação, o parto ou a amamentação;
- Uso da mesma seringa ou agulha contaminada por mais de uma pessoa;
- Transfusão de sangue contaminado com o HIV;
- Instrumentos que furam ou cortam, não esterilizados.
Se isso era novidade, provavelmente você mora em outro planeta.
Se todo mundo sabe as formas de transmissão, por que ainda somos infectados com aquele outro vírus: o preconceito?
Sabemos que pessoas com HIV/AIDS também podem ter uma vida normal: beijar, namorar, fazer sexo com camisinha, trabalhar, praticar esportes, sair com amigos. Mas muitos soropositivos parecem ter esses direitos privados por quem está a sua volta.
Preconceito geralmente não combina com aquela expressão “coloque-se no lugar dele”, mas se você tivesse uma doença séria, gostaria de ser isolado da família e amigos? A qualidade de vida não depende apenas de tratamento, mas de uma vida social, aceitação, contato.
Simples assim, como eu falei antes, sobre um assunto sério como esse, o que ainda tem para falar que no fundo já não saibamos?
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