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	<title>No Improviso &#187; cotidiano</title>
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	<description>Uma visão bem humorada de como levamos a vida no improviso tentando convencer que sabemos o que estamos fazendo!</description>
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		<title>Poderosa natureza</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 16:13:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[- Entenda, meu amor, existem coisas na vida que são inexoráveis, por mais poderoso que um homem seja, ele não pode parar as ondas do mar, não pode mover os continentes. - Compreenda, minha esposa, existem forças naturais que são impossíveis de conter, não existe poder que resista a fúria de um vulcão, ou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-516" title="Poderosa natureza" src="http://www.noimproviso.com/wp-content/uploads/2011/10/123877254-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />- Entenda, meu amor, existem coisas na vida que são inexoráveis, por mais poderoso que um homem seja, ele não pode parar as ondas do mar, não pode mover os continentes.</p>
<p>- Compreenda, minha esposa, existem forças naturais que são impossíveis de conter, não existe poder que resista a fúria de um vulcão, ou a violência de um furacão.</p>
<p>- Querida mulher, como poderia eu, um simples mortal, medir forças com a gravidade, ou o poder de um sol, mesmo contra a lua?</p>
<p>- Minha amada, deixe disso, e entenda que mesmo o mais viril exemplar de masculinidade não pode com as mãos mudar o curso de um rio, não pode cavar a pedra dura da rocha que separa ele de seu destino, ele precisa contorná-la e usar de ferramentas e estar disposto a passar por dificuldades para cumprir seu destino.</p>
<p>- Meu amor, me aceita no seu leito, me deixa fazer parte da sua noite mesmo com minhas imperfeições e entenda que isso é apenas parte de um curso natural e imutável da natureza, algo contra o qual, eu te garanto, já lutei inúmeras vezes, e agora finalmente como homem sábio que o tempo me tornou eu descobri que é algo mesquinho e sem importância e&#8230;</p>
<p>- Sem importância coisa nenhuma, seu nojento, você não vai me enrolar. Se quer deitar aqui vai trocar essa cueca molhada.</p>
<p>- Mas amor, é só um pingo&#8230;</p>
<p>- Um pingo de xixi, anda, vai trocar essa coisa nojenta</p>
<p>- Amor você precisa entender que não importa o que a gente faça o último pingo sempre fica na cueca.</p>
<p>- Vai trocar isso logo.</p>
<p>Desde aquele dia, ele só comprou cuecas escuras.</p>
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		<title>Desprezo</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 12:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[cantadas]]></category>
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		<description><![CDATA[Ronaldo olhou de longe, fixamente para ter certeza, a loira alta, , e notou que ela olhou de volta, disfarçou. Era o sinal que ele precisava para ter certeza… - Letícia? – perguntou ele se aproximando - Oi Ronaldo – respondeu ela, se arrependo em seguida, pensando que podia ter fingido não reconhecê-lo – Tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-508" title="Desprezo" src="http://www.noimproviso.com/wp-content/uploads/2011/10/dv1659024-252x300.jpg" alt="" width="252" height="300" />Ronaldo olhou de longe, fixamente para ter certeza, a loira alta, , e notou que ela olhou de volta, disfarçou. Era o sinal que ele precisava para ter certeza…</p>
<p>- Letícia? – perguntou ele se aproximando</p>
<p>- Oi Ronaldo – respondeu ela, se arrependo em seguida, pensando que podia ter fingido não reconhecê-lo – Tudo bom?</p>
<p>- Tudo ótimo – disse ele, enquanto beijava o rosto maquiado da moça – Nossa, como você está linda!</p>
<p>Letícia fingia não dar atenção ao papo de Ronaldo, olhando para o lado e observando outras pessoas na festa, até que ele resolveu perguntar diretamente.</p>
<p>- Letícia, você está me esnobando?</p>
<p>- Oi?</p>
<p>- Sim, você está me esnobando! – disse ele rindo e claramente não se incomodando com o comportamento da moça.</p>
<p>- O que é isso Ronaldo, por que eu iria esnobar você?</p>
<p>- Por que quando você usava aqueles óculos horríveis, aquelas roupas que não valorizavam seu corpo e não tinha esse cabelo lindo, e eu fiz a mesma coisa com você.</p>
<p>Letícia ficou assustada com a sinceridade e não conseguiu articular uma resposta. Ronaldo continuou.</p>
<p>- E ai? Qual a sensação? – perguntou Ronaldo, ainda com um sorriso tão sincero quanto suas palavras.</p>
<p>Letícia resolveu entrar no jogo…</p>
<p>- É Ronaldo, é muito bom saber que agora você está me querendo e não vai ter – falou dando ênfase no “não vai ter”.</p>
<p>- Poxa, que legal, eu fico feliz por você. Lembra da Aline?</p>
<p>- Que Aline? – respondeu meio zonza com a mudança brusca de assunto.</p>
<p>- Aline, morena, alta, jogava no time de vôlei.</p>
<p>- Lembro. O que tem ela?</p>
<p>- Está quinze quilos mais gorda, cabelo tingido de uma cor estranha e muito menos atraente.</p>
<p>- E dai? – respondeu ela já achando aquela conversa meio chata.</p>
<p>- E dai – respondeu Ronaldo – que eu não fico por ai comemorando que quando ela saia comigo ela era gata e agora está feia, isso seria no mínimo “cuspir no prato que comeu”, você não acha?</p>
<p>- Aonde você quer chegar Ronaldo?</p>
<p>- Olha só Letícia, você sabe que há dez anos quando nos conhecemos você não era isso tudo ? Vai negar?</p>
<p>Ela novamente ficou confusa sobre o rumo da conversa.</p>
<p>- Não, mas não era motivo para você me&#8230;</p>
<p>Ronaldo interrompeu.</p>
<p>- Você se cuidava? Usava roupas como esse tubinho vermelho delicioso que você está usando? Pensou em trocar os óculos por essas lentes de contato e mostrar esses olhos verdes lindos? Ou mesmo  usar o cabelo como você usa agora? Você fazia essas coisas?</p>
<p>Estava passando um filme na cabeça de Letícia.</p>
<p>- Não, eu realmente não pensava nessas coisas.</p>
<p>- Então não me acuse de não ter dado valor a você, você mesmo que não estava se valorizando. Mas agora você está linda – concluiu ele em tom malicioso na orelha dela que causou um arrepio bom.</p>
<p>Ronaldo deu tchau e começou a afastar-se, quando Letícia chamou.</p>
<p>- Ronaldo&#8230; é&#8230; me liga qualquer dia desses&#8230;</p>
<p>Ronaldo sorriu e respondeu:</p>
<p>- Claro que ligo.</p>
<p>Ainda assim Letícia nunca atendeu as ligações ou as mensagens dele. O prazer de vê-lo correr atrás era mais forte que os argumentos</p>
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		<title>Dia dos pais &#8211; intimidade entre pai e filhos</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 14:21:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Eu e as crianças]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
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		<category><![CDATA[crônica]]></category>
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		<description><![CDATA[Após o almoço do dia dos pais, relaxado no sofá da casa da avó enquanto assiste a um filme na pequena tevê da sala com os filhos, o pai sente-se maravilhosamente a vontade. - Credo pai, que nojo – reclama a menina completamente revoltada depois de ouvir o flatulento barulho produzido pelo próprio pai que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-485" title="Dia dos pais" src="http://www.noimproviso.com/wp-content/uploads/2011/08/108316519-267x300.jpg" alt="" width="267" height="300" />Após o almoço do dia dos pais, relaxado no sofá da casa da avó enquanto assiste a um filme na pequena tevê da sala com os filhos, o pai sente-se maravilhosamente a vontade.</p>
<p>- Credo pai, que nojo – reclama a menina completamente revoltada depois de ouvir o flatulento barulho produzido pelo próprio pai que instalado na poltrona ao lado do sofá.</p>
<p>- O que foi? – responde o pai com uma cara de pau tão bem feita que seria comparada com um móvel fino.</p>
<p>- O papai soltou pum – declara o mais novo.</p>
<p>O pai arruma-se no sofá, abaixa o som da televisão através do controle remoto em suas mãos e respira fundo (mas não muito).</p>
<p>- Crianças, darei a vocês uma importante lição de vida, portanto prestem atenção.</p>
<p>As crianças se moveram em seus lugares para olharem melhor para o pai que parecia pronto para dar uma importante notícia ou revelação.</p>
<p>- Filha, você solta pum na frente da sua professora? Ou da diretora? Ou será que você solta pum do lado do motorista de ônibus da escola?</p>
<p>- Claro que não – respondeu a menina mostrando uma perplexidade infantil, mas ainda assim uma perplexidade.</p>
<p>- Filho – disse o pai se voltando para o menino – você arrota na frente da professora?</p>
<p>O menino menos moldado socialmente pela baixa idade com algum esforço solta um pequeno arroto, tão baixinho e tímido que quase poderia ser chamado de “bunitinho”, imediatamente pede desculpas.</p>
<p>Mesmo assim o pai olha com olhar de reprovação</p>
<p>- O pum, o arroto, é um sinal de intimidade, de proximidade uma proximidade que você só tem com quem você divide a sua vida, proximidade que existe apenas com as pessoas importantes da sua vida.</p>
<p>A menina, mais sensata, tentou argumentar, o pai não deixou continuando o discurso.</p>
<p>- Vocês meus filhos, jamais soltariam um pum na frente da diretora da escola de vocês simplesmente por que ela não é amiga de vocês, ela é a diretora, existe uma distância separando vocês. Isso não existe e nem nunca devia existir entre pais e filhos – terminou a sentença com um sorriso que derreteria o coração de um carrasco.</p>
<p>A menina novamente tentou argumentar, mas não encontrou por onde e terminou por aceitar os termos apresentados pelo pai e se aninhou no colo dele.</p>
<p>O filho com esforço solta um novo arrotinho, imediatamente diz: “desculpa”.</p>
<p>- Filho, duas coisas erradas – disse o pai arrumando a postura e fazendo a filha que já estava instalada confortavelmente nos ombros do pai se levantar – primeira se você está arrotando de propósito pedir desculpas é uma hipocrisia.</p>
<p>Tomou a garrafa de refrigerante da mão da criança.</p>
<p>- Segundo, se você quer arrotar – tomou um vigoroso e demorado gole do liquido gasoso – faça isso como um homem.</p>
<p>E soltou um arroto tão poderoso que fez as janelas tremerem. O jovem ainda aplaudia o pai enquanto a menina indignada com tanta testosterona no ar (mesmo ela ainda não sabendo o que é testosterona) resolveu que era uma boa hora para ler um livro. Enquanto saia da sala passou pela avó que perguntou:</p>
<p>- Esse barulho foi um liquidificador?</p>
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		<title>Os valores errados certos</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jun 2011 07:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[valores morais]]></category>

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		<description><![CDATA[- Senhor, infelizmente &#8230; - Só um minuto filho, estou no meio de um jogo. Olhou por cima dos óculos de lentes coloridas para o ultimo adversário que havia sobrado no outro lado da mesa, um grande homem branco com um chapéu de cowboy texano. - Eu pago – afirmou completando a aposta com um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-463" title="Bons valores" src="http://www.noimproviso.com/wp-content/uploads/2011/06/78460427-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" />- Senhor, infelizmente &#8230;</p>
<p>- Só um minuto filho, estou no meio de um jogo.</p>
<p>Olhou por cima dos óculos de lentes coloridas para o ultimo adversário que havia sobrado no outro lado da mesa, um grande homem branco com um chapéu de cowboy texano.</p>
<p>- Eu pago – afirmou completando a aposta com um punhado de fichas coloridas.</p>
<p>O segurança tentou novamente falar – Senhor, infelizmente eu tenho que&#8230;</p>
<p>- Ainda não rapaz! Full house – falou apresentando seu jogo e dando uma forte tragada no charuto e se deliciando com a cena.</p>
<p>O cowboy deu um tapa na mesa e esbravejou um palavrão, no final esfregou as mãos no rosto, cumprimentou o adversário e saiu lamentando a sua má sorte.</p>
<p>O homem terminou de puxar as fichas para junto de si tão bem quanto podia e finalmente se virou para o segurança.</p>
<p>- Agora pode falar filho, e quando terminar traga-me um cinzeiro por favor.</p>
<p>- É justamente sobre isso senhor, é proibido fumar nesse local, infelizmente o senhor deve apagar o seu charuto.</p>
<p>O homem levantou o olhar profundo e marcado de rugas para o segurança, levou alguns segundos para falar algo como se estivesse digerindo as palavras, finalmente falou.</p>
<p>- Isso é um cassino filho, eu posso fumar em um cassino.</p>
<p>O segurança pigarreou.</p>
<p>- Na verdade senhor, segundo a nova lei estadual número&#8230;</p>
<p>- Lei?</p>
<p>- Sim senhor, existe uma lei estadual que proíbe os charutos em locais públicos incluindo cassinos.</p>
<p>- Pelo amor da santa madre, você está me falando que existe uma lei que proíbe charutos em cassinos? – falou o homem quase gritando.</p>
<p>- Isso mesmo senhor – o segurança tentou se impôr – vou pedir que o senhor se acalme.</p>
<p>- Me acalmar? Me acalmar? Como posso me acalmar quando o mundo está se decompondo, que mundo louco é esse onde não podemos fumar em um cassino – gritou visivelmente nervoso o homem , mais seguranças começaram a se aproximar.</p>
<p>- Um mundo onde agir como um homem, um homem no conceito ensinado pelo meu pai, que aprendeu com o pai dele, onde agir como um homem é poder fumar, é poder beber um bom wiskye sem ter que misturar outra coisa, onde jogo de homens é poker e não reality-shows e novelas.</p>
<p>- Senhor, preciso que se acalme – pediu o segurança novamente.</p>
<p>- Eu estou farto disso, é um mundo onde fumar não pode, beber é mal visto, onde se eu usar a palavra “preto” vou apanhar e ser chamado de preconceituoso – olhou para o segurança que era negro – sem ofensas filhos.</p>
<p>- Tudo bem senhor, mas vou ter que pedir&#8230;</p>
<p>- Sou do tempo em que feio era não se comportar como homem, feio era não saber como tratar uma mulher, não saber se comportar em um restaurante ou em um jantar familiar, feio era beber até cair mesmo que de coração partido, feio era não saber falar sobre política ou economia, sou do tempo em que feio é ser inculto ou receber honras de forma desonesta, alias, meus pais me ensinaram que ser desonesto era feio. Eu te digo filho, que no jantar do meu noivado o pai de minha Margareth, que os anjos a tenham, fumou comigo charutos cubanos enquanto tomávamos conhaque, e não havia lei proibindo isso.</p>
<p>Tragou mais uma vez o charuto, recolheu suas fichas.</p>
<p>- Como vamos ensinar os valores certos aos nossos filhos se estão tentando eliminar todos os valores errados, como eles vão saber a diferença?</p>
<p>Deixo o lugar com o charuto acesso e baforando muita fumaça, nenhum segurança falou mais nada, no fundo concordavam com ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Precisamos conversar</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 19:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
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		<description><![CDATA[Carlos destrancou a porta e, deixando a pasta sobre a mesinha ao lado da porta, entrou anunciando sua chegada: - Marta, cheguei. Virou e se surpreendeu com a esposa sentada encolhida no canto do sofá. - Oi querida, alguma coisa errada? Marta olhou séria para ele, colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-437" title="Precisamos conversar" src="http://www.noimproviso.com/wp-content/uploads/2011/01/79122768-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Carlos destrancou a porta e, deixando a pasta sobre a mesinha ao lado da porta, entrou anunciando sua chegada:</p>
<p>- Marta, cheguei.</p>
<p>Virou e se surpreendeu com a esposa sentada encolhida no canto do sofá.</p>
<p>- Oi querida, alguma coisa errada?</p>
<p>Marta olhou séria para ele, colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha e disse:</p>
<p>- Senta Carlos, precisamos conversar.</p>
<p>Ele franziu a testa diante do tom de gravidade das palavras de Marta, que esperou ele se sentar, se aproximou, olhou fundo nos olhos dele e segurou suas mãos.</p>
<p>- Primeiro eu quero que você saiba que eu te amo muito, que você é o homem da minha vida.</p>
<p>- Eu também te amo – respondeu Carlos, preocupado – o que está acontecendo?</p>
<p>Marta continuou.</p>
<p>- Eu fiz uma coisa muito errada, estou muito arrependida, mas eu não posso voltar no tempo e – lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto moreno – e eu te amo tanto, não quero te perder, então pensei muito antes de te contar.</p>
<p>Carlos respondeu apenas com um olhar.</p>
<p>- E eu não gostaria que você ficasse sabendo por outra pessoa, por que não seria justo com você, então eu resolvi&#8230;</p>
<p>- Ferrar com minha vida? – interrompeu Carlos.</p>
<p>- Como? – respondeu Marta sem entender.</p>
<p>- Ferrar com minha vida! É o que você resolveu? Porque se você fez algo de errado que sabe que vai me fazer sofrer, e vem me contar mesmo sabendo que eu não sei, você quer na verdade me ver sofrer.</p>
<p>Marta precisou de alguns segundos revendo as palavras que ouvira para compreender.</p>
<p>- Agora, se você me ama, você não vai fazer nada para me magoar, mas se você fizer, vai ter o mínimo de respeito de não me deixar descobrir nunca. Afinal, você não me ama?</p>
<p>- Amo – respondeu Marta claramente confusa.</p>
<p>- Então vamos fazer o seguinte, finja que não tivemos essa conversa – e Carlos se levantou do sofá.</p>
<p>- Mas Carlos, eu estou arrependida, estou sofrendo com meu erro.</p>
<p>Carlos se virou já demonstrando certa impaciência.</p>
<p>- O erro foi seu! Sofra sozinha, não venha me fazer sofrer junto! Chora ali no canto da sala em silêncio até passar! Mas não venha ferrar comigo!</p>
<p>Carlos foi para a cozinha jantar uma macarronada com almôndegas e tomar umas cervejas. Marta chorou em silêncio vários minutos, depois pensou nas palavras do marido e achou que realmente era melhor fingir que nada havia acontecido.</p>
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		<title>Confissão surpresa</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 23:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[beijo]]></category>
		<category><![CDATA[confissão]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[surpresa]]></category>

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		<description><![CDATA[José abriu a porta do apartamento e conseguiu ver apenas de relance o rosto de Mônica antes de ela beija-lo de forma quase violenta, agarrando seu rosto. Ele reagiu tentando afasta-la e ela começou a falar. - Eu tenho um tesão enorme por você José, sempre tive, sei que você é noivo, que ama ela, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-419" title="Confissão" src="http://www.noimproviso.com/wp-content/uploads/2011/01/sb10065101u-004-300x247.jpg" alt="" width="300" height="247" />José abriu a porta do apartamento e conseguiu ver apenas de relance o rosto de Mônica antes de ela beija-lo de forma quase violenta, agarrando seu rosto. Ele reagiu tentando afasta-la e ela começou a falar.</p>
<p>- Eu tenho um tesão enorme por você José, sempre tive, sei que você é noivo, que ama ela, mas eu tenho isso dentro de mim e vim te confessar isso.</p>
<p>José se afastou e apoiou na parede com os olhos arregalados.</p>
<p>- Eu sonho com você me possuindo de maneira forte, me pegando, rasgando minhas roupas, e eu adoraria que você fizesse isso agora mesmo.</p>
<p>Ela pronunciava as palavras naquele tom característico de quem está embriagada enquanto puxava a blusa com se pudesse tira-la como se fosse o embrulho de um presente sendo rasgado por uma criança</p>
<p>- Então eu sai da festa e vim aqui, vim para fazer sexo selvagem com você, e precisava falar algo antes de perder a coragem.</p>
<p>José olhou para ela como se estivesse completamente sem ar.</p>
<p>- Ai, não acredito – falou ela demonstrando um arrependimento quase sóbrio – o que estou fazendo me oferecendo assim como uma qualquer, me perdoa, eu vou embora.</p>
<p>Virou-se e desceu as escadas quase correndo e caindo se sentindo uma completa idiota, desceu os últimos degraus aos tropeços.</p>
<p>José cambaleou até a cozinha enfiou a cabeça na pia e bebeu um grande gole de água da torneira, finalmente respirou de novo soltou um palavrão de alivio e falou ainda ofegante e tossindo.</p>
<p>- Caramba, quase morro engasgado com o chiclete!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Na minha sombra</title>
		<link>http://www.noimproviso.com/na-minha-sombra/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 12:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em uma das conversas que um pai tem com o casal de filhos pequenos a menina pergunta. - Pai, o que eu vou ser quando crescer? - Bem, eu espero que vocês sejam pessoas honestas e dignas, que cresçam com inteligência e possam caminhar sem minha sombra. - Por que sem sua sombra? – perguntou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.noimproviso.com/wp-content/uploads/2010/11/103086975.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-397" title="Na minha sombra" src="http://www.noimproviso.com/wp-content/uploads/2010/11/103086975-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Em uma das conversas que um pai tem com o casal de filhos pequenos a menina pergunta.</p>
<p>- Pai, o que eu vou ser quando crescer?</p>
<p>- Bem, eu espero que vocês sejam pessoas honestas e dignas, que cresçam com inteligência e possam caminhar sem minha sombra.</p>
<p>- Por que sem sua sombra? – perguntou o menino.</p>
<p>- É modo de falar filho, quer dizer que vocês vão poder ser virar sem mim, apesar que o papai sempre vai estar por perto pra ajudar.</p>
<p>Já era tarde e todos foram para cama. No dia seguinte a rotina de sempre: levantar, comida para o cachorro, banho, café da manhã, e lá vai o pai levá-los para a escola.</p>
<p>A escola fica próxima e eles vão caminhando. No caminho o pai repara que eles estão mais animados que o normal, pulando e correndo à sua frente, e salta para lá, salta para cá, um empurra o outro, o outro corre para o ﻿lado oposto, fazia tempo que não ficavam tão animados logo pela manhã. Em um cruzamento de ruas eles esperam pela mão segura do pai para atravessarem.</p>
<p>- Do que vocês estão brincando? – pergunta o pai curioso.</p>
<p>- Daquilo que o papai falou ontem. – respondeu a menina já subindo na calçada do outro lado da rua.</p>
<p>- O que eu falei ontem?</p>
<p>- Sobre ficarmos na sua sombra – e saiu correndo junto com o irmão tentando pisar na ﻿longa sombra do pai que se projetava no chão.</p>
<p>E o pai continuava observando orgulhoso os dois correndo e rindo felizes.</p>
<p>Poeticamente enquanto eles pensavam estar em cima da sombra, na verdade ela se projetava sobre as costas deles.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poesia sensorial</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 20:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
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		<description><![CDATA[- Gosto da fazenda, adoro os finais de semana aqui. Quando me levantei agora pela manhã escutei ao longe o barulho do rio que passa depois da estrada, suave, calmo, e assim minha audição se deleitou. O cheiro do café sendo moído e torrado na hora invadiu minhas narinas me deixando quase embriagado. Estendi a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-337" src="http://www.noimproviso.com/wp-content/uploads/2010/04/BA14050-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />- Gosto da fazenda, adoro os finais de semana aqui. Quando me levantei agora pela manhã escutei ao longe o barulho do rio que passa depois da estrada, suave, calmo, e assim minha audição se deleitou. O cheiro do café sendo moído e torrado na hora invadiu minhas narinas me deixando quase embriagado. Estendi a mão e peguei uma broa de milho ainda quente que havia acabado de sair do forno e mordi com gosto. O paladar foi invadido pelo gosto das ervas misturados na massa e me deliciei com isso. Olhei pela janela da cozinha e vi as árvores ao longe, os animais pastando calmamente e o sol nascendo acanhado no horizonte. Meu único sentido que não se deleitava nesse cenário brejeiro e delicioso era o tato. E foi por isso que eu peguei na bunda da Mariazinha, que estava na cozinha preparando o desjejum com tanta gana. Estava apenas aproveitando toda essa poesia sensorial. Você entende querida? Não foi por maldade ou malícia!</p>
<p>E a esposa contrariada respondeu sem entender a conotação sensível e rítmica daquela experiência sensorial.</p>
<p>- Você é um babaca!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Papai não sabe</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 21:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Eu e as crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Releituras]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[gay]]></category>
		<category><![CDATA[heterosexualismo]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Estávamos eu e as crianças em uma fila no shopping, um pouco mais a frente um rapaz com uma opção sexual diferente da tradicional vestindo uma calça tipicamente feminina, com sapato de salto alto tipicamente femininos, uma blusa tipicamente feminina e segurando uma bolsa que seria denominada por alguns como absolutamente fashion, e claro, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estávamos eu e as crianças em uma fila no shopping, um pouco mais a frente um rapaz com uma opção sexual diferente da tradicional vestindo uma calça tipicamente feminina, com sapato de salto alto tipicamente femininos, uma blusa tipicamente feminina e segurando uma bolsa que seria denominada por alguns como absolutamente fashion, e claro, com a maior cara de homem.</p>
<p>A menina foi a primeira a perceber.</p>
<p>- Pai, aquele é homem ou mulher?</p>
<p>Pensei em explicar sobre o terceiro sexo, mas se eu tomasse esse caminho teria que explicar sobre os outros dois com mais detalhes.</p>
<p>- Bem filha, é…. não sei!</p>
<p>- Não sabe?</p>
<p>- É filha, papai não sabe se é homem ou mulher.</p>
<p>Então o menino se manifestou.</p>
<p>- Vamos lá perguntar pra ele.</p>
<p>- Não filho, não vamos!</p>
<p>- Porque pai?</p>
<p>- Por que ele também provavelmente também não sabe.</p>
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		<title>Respostas para perguntas inadequadas</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 21:07:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[cantadas]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[namoro]]></category>

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		<description><![CDATA[- Oi, tudo bom? - Oi – responde a moça olhando o rapaz de cima abaixo. - Conhece o Paulo? – querendo saber se foi o dono da festa que convidou a beldade. - Sim, colega que trabalho. - Que legal, veio com seu namorado? A moça não parecia acompanhada, e obviamente o moço não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Oi, tudo bom?</p>
<p>- Oi – responde a moça olhando o rapaz de cima abaixo.</p>
<p>- Conhece o Paulo? – querendo saber se foi o dono da festa que convidou a beldade.</p>
<p>- Sim, colega que trabalho.</p>
<p>- Que legal, veio com seu namorado?</p>
<p>A moça não parecia acompanhada, e obviamente o moço não está interessado na existência de um namorado, ou melhor está interessado na inexistência dele.</p>
<p>- Não tenho namorado. – responde a moça, já visualizando as intenções do rapaz.</p>
<p>- Sério? Por que não? – retruca o infeliz rapaz.</p>
<p>É aí então que a falta de saber o que falar resulta em uma pergunta estúpida. O rapaz já teve o seu objetivo alcançado, sabe que a moça não tem namorado. Qual o objetivo de perguntar “por que” ela não tem namorado?</p>
<p>Abaixo algumas sugestões de respostas adequadas a essa situação:</p>
<p>1)    – Não quero namorar, quero ir direto para o altar.</p>
<p>2)    – Estou esperando as vozes na minha cabeça indicarem a pessoa certa.</p>
<p>3)    – Não sei por que, a propósito meu nome é Paulão, mas pode me chamar de Carol.</p>
<p>4)    – Meu psicólogo disse que primeiro preciso controlar minha raiva dos homens e dominar minha tendência homicida.</p>
<p>5)    – É cedo para isso, nem desovei completamente o corpo do meu ex ainda.</p>
<p>6)    – Seria complicado, meu presídio não permite visita intima.</p>
<p>7)    – Geralmente os homens correm quando tiro meu strap-on da bolsa.</p>
<p>8)    – Depois da operação de mudança de sexo, tenho que esperar pelo menos seis meses para fazer sexo.</p>
<p>9)    – O pessoal da clinica de doenças venéreas disse que eu preciso esperar mais algumas semanas.</p>
<p>10)  – Papai me fez prometer esperar ele sair da cadeia.</p>
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