<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>No Improviso &#187; confissão</title>
	<atom:link href="http://www.noimproviso.com/tag/confissao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.noimproviso.com</link>
	<description>Uma visão bem humorada de como levamos a vida no improviso tentando convencer que sabemos o que estamos fazendo!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 20 Dec 2011 12:40:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Confissão surpresa</title>
		<link>http://www.noimproviso.com/confissao-surpresa/</link>
		<comments>http://www.noimproviso.com/confissao-surpresa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 23:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[beijo]]></category>
		<category><![CDATA[confissão]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[surpresa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.noimproviso.com/?p=418</guid>
		<description><![CDATA[José abriu a porta do apartamento e conseguiu ver apenas de relance o rosto de Mônica antes de ela beija-lo de forma quase violenta, agarrando seu rosto. Ele reagiu tentando afasta-la e ela começou a falar. - Eu tenho um tesão enorme por você José, sempre tive, sei que você é noivo, que ama ela, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-419" title="Confissão" src="http://www.noimproviso.com/wp-content/uploads/2011/01/sb10065101u-004-300x247.jpg" alt="" width="300" height="247" />José abriu a porta do apartamento e conseguiu ver apenas de relance o rosto de Mônica antes de ela beija-lo de forma quase violenta, agarrando seu rosto. Ele reagiu tentando afasta-la e ela começou a falar.</p>
<p>- Eu tenho um tesão enorme por você José, sempre tive, sei que você é noivo, que ama ela, mas eu tenho isso dentro de mim e vim te confessar isso.</p>
<p>José se afastou e apoiou na parede com os olhos arregalados.</p>
<p>- Eu sonho com você me possuindo de maneira forte, me pegando, rasgando minhas roupas, e eu adoraria que você fizesse isso agora mesmo.</p>
<p>Ela pronunciava as palavras naquele tom característico de quem está embriagada enquanto puxava a blusa com se pudesse tira-la como se fosse o embrulho de um presente sendo rasgado por uma criança</p>
<p>- Então eu sai da festa e vim aqui, vim para fazer sexo selvagem com você, e precisava falar algo antes de perder a coragem.</p>
<p>José olhou para ela como se estivesse completamente sem ar.</p>
<p>- Ai, não acredito – falou ela demonstrando um arrependimento quase sóbrio – o que estou fazendo me oferecendo assim como uma qualquer, me perdoa, eu vou embora.</p>
<p>Virou-se e desceu as escadas quase correndo e caindo se sentindo uma completa idiota, desceu os últimos degraus aos tropeços.</p>
<p>José cambaleou até a cozinha enfiou a cabeça na pia e bebeu um grande gole de água da torneira, finalmente respirou de novo soltou um palavrão de alivio e falou ainda ofegante e tossindo.</p>
<p>- Caramba, quase morro engasgado com o chiclete!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.noimproviso.com/confissao-surpresa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Confissão</title>
		<link>http://www.noimproviso.com/confissao/</link>
		<comments>http://www.noimproviso.com/confissao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 04:03:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[confissão]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[segredos]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.noimproviso.com/?p=234</guid>
		<description><![CDATA[Ele usava um lenço para enxugar o suor que escorria pela testa, as mãos tremiam enquanto descia pelo elevador. Espantou-se quando notou que estava sorrindo.Como podia ter a coragem? Desceu na garagem e foi para o carro. O misto de satisfação e arrependimento o dominava. Ligou o carro e ganhou a rua. Ainda sentia o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ele usava um lenço para enxugar o suor que escorria pela testa, as mãos tremiam enquanto descia pelo elevador. Espantou-se quando notou que estava sorrindo.Como podia ter a coragem?</p>
<p>Desceu na garagem e foi para o carro. O misto de satisfação e arrependimento o dominava. Ligou o carro e ganhou a rua. Ainda sentia o cheiro e isso o incomodava assim como o deixava com um ar de contentamento. Não conseguia mais se conter, sentia que dirigia sem saber para aonde estava indo, apenas seguindo o fluxo. Entrou no primeiro retorno. Achou melhor parar.</p>
<p>Descansou a cabeça entre as mãos sobre o volante, respirou fundo e quando levantou a cabeça notou que havia estacionado em frente a uma igreja. Desceu e entrou.</p>
<p>Enquanto andava pelo corredor de bancos, entre as imagens imóveis de anjos, homens e mulheres considerados santos, sentiu-se mal, culpado, sujo.</p>
<p>Suas mãos estavam escarlates, mas era apenas por que apertava vigorosamente o celular. Olhou para o aparelho e se viu discando os números. Ele precisava falar com alguém, precisava contar o que fez. Ligou para a noiva. Quando o telefone atendeu com um carinhoso “oi amor!”, ele pensou no que estava fazendo.</p>
<p>- Oi meu doce, preciso te falar uma coisa!</p>
<p>- Pois não meu lindo, fala, o que foi?</p>
<p>Então ele contou, contou tudo, sem tomar fôlego, sem parar para ouvi-la, cada detalhe fresco em sua mente. Descreveu cenário, cores, a posição dos móveis antes e como ficaram depois, tudo o que usou, como segurou e enquanto narrava seu corpo parecia reviver o momento. Foi ficando ofegante, agitado, falava cada vez mais rápido e intensamente e terminou. Então se calou para ouvir.</p>
<p>Mas não houve resposta, com o aparelho colado no ouvido chamou pela noiva, não escutou nada, afastou o aparelho da cabeça e viu que ele estava desligado. Ficou olhando para o aparelho apagado em sua mão como se fosse um singular artefato há muito perdido.</p>
<p>Ainda estava ofegante quando o celular tremeu em sua mão e começou a tocar. Era ela, levou o aparelho até o ouvido.</p>
<p>- Amor? Alô?</p>
<p>- Oi, você me ouviu?</p>
<p>- Não amor, a ligação caiu depois que você começou a falar. O que você ia dizer?</p>
<p>- Nada, apenas queria dizer que eu te amo muito e que você me faz muito feliz!</p>
<p>Se despediu, desligou o telefone e foi para casa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.noimproviso.com/confissao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

