<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>No Improviso &#187; casa</title>
	<atom:link href="http://www.noimproviso.com/tag/casa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.noimproviso.com</link>
	<description>Uma visão bem humorada de como levamos a vida no improviso tentando convencer que sabemos o que estamos fazendo!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 17 Aug 2010 00:39:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>A torneira da pia que pingava</title>
		<link>http://www.noimproviso.com/a-torneira-da-pia-que-pingava/</link>
		<comments>http://www.noimproviso.com/a-torneira-da-pia-que-pingava/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 22:26:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.noimproviso.com/?p=192</guid>
		<description><![CDATA[O marido se levanta lá pelas 6:30 da manhã para tomar um gole de água e assaltar a geladeira (não necessáriamente nessa ordem) e a torneira da pia que pingava, escorria seu liquido fujão por debaixo da pia, formando uma discretíssima poça de água bem no corredor. O resultado não poderia ser outro, ele leva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O marido se levanta lá pelas 6:30 da manhã para tomar um gole de água e assaltar a geladeira (não necessáriamente nessa ordem) e a torneira da pia que pingava, escorria seu liquido fujão por debaixo da pia, formando uma discretíssima poça de água bem no corredor. O resultado não poderia ser outro, ele leva um baita escorregão, seguido de uma desastroza tentativa de se segurar em algum suporte sólido o suficiente para salvar seus 90kg de encontrar o chão molhado.</p>
<p>Nessa parte da narrativa seria adequado colocar uma onomatopeia para representar seu tombo, mas não encontrei nenhuma que fosse fazer justiça ao barulho surdo da queda.</p>
<p>- Dá pra fazer menos barulho aí, que isso, poxa vida&#8230; &#8211; solicita a esposa preocupada.</p>
<p>- Eu estou ótimo, obrigado por perguntar!!! &#8211; tentando descobrir qual osso que se quebrou.</p>
<p>No dia seguinte pela manhã, resolve consertar a porcaria da torneira, enquanto a esposa levava a filha ao médico. Certo que era apenas o caso de passar aquela fita molenga branquinha e apertar a dita cuja torneira e seus problemas estariam acabados.</p>
<p>Usando uma velha chave inglesa, solta a torneira com a estranha sensação de estar esquecendo alguma coisa. A sensação passou assim que a torneira foi disparada contra seu estômago, seguida, imediatamente, por um forte jato de água. Depois de algum esforço, coloca a torneira de volta e fecha o registro da casa.</p>
<p>Retira a torneira da parede, solta o adaptador do filtro e enrola habilidosamente a fita na rosca (olha o respeito), coloca novamente a torneira no adaptador e o adaptador no cotovelo que saia da parede.</p>
<p>Foi aí que a história teve seu momento trágico. Aprendam crianças: Não apertem torneiras com chaves!!! Se achando, o profissional do lar, másculo e habilidoso, exagerou na força, e ouviu um pequeno estralo, mas  sua auto-confiança lhe fez pensar: &#8220;Não foi nada&#8221;. Abre o registro e a porcaria da torneira agora vazava mais do que antes, na verdade ela estava jorrando água. Retirando novamente a peça, constatou-se pior, ele havia quebrado o cano da parede.</p>
<p>Foi até a loja de material de construção mais próxima, onde o atendente olha para ele e fala:</p>
<p>- &#8220;Você apertou isso com uma chave não foi?&#8221; , soltando um sorriso cínico em seguida, &#8220;Pra essa torneira o senhor vai precisar de um cotovelo de 3 parsec de rosca anti struts (os termos não foram bem esses), o cotovelo é de projeção ou de instrospecção?</p>
<p>- Heim!?!?!?! Como eu fico sabendo isso?</p>
<p>- Ué, tem que tirar o cotovelo pra ver.</p>
<p>- Não me diga que vou ter que abrir a parede!? &#8211; enquanto dá um tapa na própria testa.</p>
<p>- Ué, e de que outro jeito dá pra ver? &#8211; certeza que o desgraçado estava se segurando para não rir.</p>
<p>Volta para casa e procura pelo martelo. Usando um prego grosso, o martelo, paciência, finalmente remove o cotovelo abrindo um buraco mínimo na parede, volta a loja.</p>
<p>- Ôôia, o senhor voltou rapidinho, que coisa! E tirou o cotovelo certinho!</p>
<p>- Tá me sacaneando?</p>
<p>- Como?</p>
<p>- Nada! E aí, você tem essa peça?</p>
<p>- Tem, sim senhor. O senhor também vai precisar disso aqui &#8211; Joga um tubo de cola no balcão e explica o procedimento. Nisso aparece o dono da loja, olha a peça quebrada no balcão e fala:</p>
<p>- Apertou a torneira com uma chave não foi?</p>
<p>- (&#8230;)</p>
<p>No final, cola o cotovelo no cano, encaixa o adaptador devidamente vedado e a torneira, a esposa chega em casa quando ele terminava de limpar a pia.</p>
<p>- Poxa, que bagunça que você fez só pra apertar uma torneira! Você não apertou com chave não né?</p>
<p>- Eu não quero conversar sobre isso!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.noimproviso.com/a-torneira-da-pia-que-pingava/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
